18/02/2009

Consultório Mundo Nu e Cru

Caríssim@s, é com profunda satisfação e devotado sentido de missão que anunciamos que o Consultório Mundo Nu e Cru se encontra agora aberto e ao vosso inteiro dispor para responder a quaisquer dúvidas ou questões de cariz sentimental e/ou sexual, "sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação."

A quem queira ver as suas dúvidas esclarecidas, bastará comentar este post ou em alternativa enviar uma missiva para mundonuecru@gmail.com; o anonimato é obviamente facultativo, sendo respeitada a opção individual quanto à existência de identificação ou não.

Nota: A equipa compromete-se a esgotar todos os seus conhecimentos e recursos para dar resposta a todas as solicitações, reservando-se porém o direito de não responder a quaisquer solicitações consideradas alheias ao âmbito deste consultório, ou atentatórias ao clima de franqueza, respeito e absoluta tolerância que aqui se cultiva.

13 comentários:

Aureliano disse...

Ora muito bem vamos lá então isto é assim.

Eu sou de Maconde e chamo-me Aureliano. Bom dia.

Diz que a minha senhora ouviu falar no programa do Goucha que há uma coisa chamada clistoris que eu havia de procurar. Diz que é uma coisa muito boa, que as senhoras gostam muito. Eu até já falei com os meus compadres a ver se me ajudam a procurar um clintores para a minha senhora, mas o problema é que nenhum de nós sabe muito bem onde é se arranja. Também andei a pedir aos meus compadres a ver se as senhoras deles podiam mostrar um clitres delas, em havendo, mas nenhuma tinha um.
Já agora, é uma coisa para custar mais ou menos quanto?

Ora eu sou uma pessoa simples, um homem do campo, e não percebo nada disso dos computadores. Por isso tive que pedir ajuda ao me do mei para mexer nisto, ele é que percebe disto, ele, ele é que percebe. A nha mai velha foi estudar para trabalhar de engenheira e a nha mai nova ainda é muito gaiata. Portanto se ele estiver a escrever muito rápido é só dizerem-me, que eu dou-lhe cachaporra para ele aprender.

Será que me conseguem ajudar a encontrar um clistorix para a minha senhora?


Obrigadinho é o que eu vos desejo.

Hell P disse...

Prezado Sr. Aureliano:

Antes mais, agradecemos a sua missiva, que lemos com toda a atenção e interesse.

De facto a questão que o senhor levanta é muito importante, dado ser uma das dúvidas mais frequentes sobre a anatomia feminina.

Consequentemente, gostaríamos de o elucidar sobre os seguintes particulares:

1 - O clítoris é, na anatomia, o nome que se dá ao órgão alongado e eréctil, localizado na parte superior da vulva, nos mamíferos. Quer isto dizer que o clítoris é uma parte da vulva da sua esposa, ou se preferir, um orgão existente acima da vagina dela . Não é portanto algo que o senhor tenha que "comprar", dado que a sua esposa já nasceu com um.

2 - Quando se diz "procurar o clítoris", pretende-se apenas indicar que o homem deve conhecer a sua existência, função e localização exacta, dado que a sua correcta estimulação é uma grande fonte de prazer para a larga maioria das mulheres.

3 - A estimulação do clítoris pode ser feita de diversas maneiras, sendo que as que ocorrem com mais frequência (aparte a sua fricção pela pélvis masculina durante a cópula) compreendem a utilização das pontas dos dedos ou a língua.

4 - Gostaríamos então de sugerir ao Sr. Aureliano que, durante os seus momentos de intimidade, dedicasse algum tempo à identificação da localização exacta do clítoris da sua esposa, sendo que deixamos ao seu critério experimentar estimulá-lo, utilizando as técnicas aqui mencionadas, ou experimentando quaisquer outras que de comum acordo assim entendam; rapidamente descobrirá que é uma nova fonte de prazer e cumplicidade íntima, sendo certo que os seus laços conjugais sairão reforçados.


Cordialmente,

Consultório Mundo Nu e Cru.

Aureliano disse...

Ora então boa noite!

Olhe calha bem porque o me do mei andava aqui perto disto e viu que já tinham dito como é que era.

Eu sou um sujeito que gosta pouco de mentir, mas está visto que vou ter de dar a dita, digo, o dito por não pito, digo, dito, porque já tinha afiançado aos meus compadres que se encontrasse um clitaris para a minha senhora lhes mostrava.

Mas o amigo fique descansado, que logo eu-hei-de-me governar. A modos que ainda não sei muito bem o que é que lhe vou dizer quando o vir, mas isto como um gajo é desenrascado safa-se sempre, é verdade ou não?

Vou então meter-me nisso. Assim que possa, vou logo a correr descobrir onde é que o esclitoris costuma andar; eu não percebi muito bem algumas palavras do que você disse porque isto um sujeito não tem cabeça para tudo, mas pelo que o me do mei me explicou, é como um bolo-rei, portanto lá terei que ateimar em mexer na fruta até descobrir o brinde.

Então mas e se me calha a fava?

Aureliano disse...

E olhe ó amigo, desculpe lá se o acordei, mas você disse que eu havia de lamber a pardala à minha senhora? Epá é que eu sinceramente, desde que trabalhei de pastor

-cala-te boca.

Hell P disse...

Prezado Sr. Aureliano:

Uma vez mais agradecemos o seu simpático contacto, que decerto muito contribuirá para que alguns dos nossos leitores que eventualmente possuam dúvidas semelhantes as possam ver debeladas.

Sentimos que neste momento compreende que o clítoris é um orgão genital existente na sua esposa; gostaríamos de deixar bem claro que o senhor não tem qualquer obrigação de o estimular de nenhuma forma específica.

Sugerimos de facto a possibilidade de o estimular socorrendo-se para isso do chamado Cunnilingus, mas poderá sempre experimentar uma outra prática de alguma forma mais conservadora, nomeadamente a simples utilização de um ou mais dedos.

Gostaríamos também de deixar à sua consideração a possibilidade de discutir o tema junto dos seus filhos, dado que pelo que nos mencionou, o seu filho ou a sua filha mais velha poderão contribuir para lhe indicar de forma clara, na privacidade do seu lar, numa conversa franca e desinibida entre família, os aspectos da anatomia e sexualidade que lhe temos vindo a mencionar.


Cordialmente,

Consultório Mundo Nu e Cru.

Aureliano disse...

Ora bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme a hora a que isto chegue lá à sua beira.

Ò valha-me Deus, agora é que eu não percebo nada disto; então mas afinal o que é que eu houvera de lamber? Primeiro era a pardala, agora já é o sim senhor... ò amigo, isso do cu na língua é que eu não faço. Cá eu quando entro em casa de alguém gosto muito de passar pela porta, os gatunos é que se aventuram pelo postigo. Isso de andar a puxar o lustre ao tubo de escape é bom é para aqueles malandros do tonyng, que gostam de estacionar de marcha atrás. E mesmo nos entrefolhos vamos lá a ver bem a conversa.

Então e com os dedos é ò calhas, ou há algum que é próprio?

Como deu a ideia de perguntar aos meu filhos, já dei ordem ao me do mei e à nha mai velha para me explicarem melhor. Por acaso não é para me gabar, que eu até nem sou vaidoso, mas os meus meninos saíram muito bem; é que não se lhes pode apontar um dedo!

A nha mai nova vai para freira, essa é que é essa. A gaiata é muito religiosa, está sempre em casa do Sr. padre. O Sr. padre gosta muito dela, chama-a todos os dias para lhe dar a hóstia. No outro dia até lhe deu uma máquina fotográfica, para ela brincar. Parece que a cachopa passa muito tempo de joelhos, lá em casa dele, a rezar o terço está visto, e até já pedimos ao Sr. padre a ver se ele lhe consegue meter uma cunha num convento, daqui a uns anos. Ele afiançou-nos logo que isso era o que ele mais queria. O Sr. padre é muito nosso amigo, é um santo homem. Ainda foi meu compadre quando eu trabalhei de pastor.

O me do mei trabalha comigo no campo. É verdade que nunca teve cabeça para os estudos, mas é um rapaz muito certo. Só passa é muito tempo no computador; eu até lhe digo "- Não queiras isso, que tu ficas ceguinho" mas ele pronto, está bem. Às vezes tem uns olhos mais vermelhos que até parece um tomate, mas qual quê? Tem dias que está a ver televisão connosco que até a si dá dó, lá com os olhos vermelhos, pequeninos, nem diz nada.
Mas não me importa porque ele é bom rapaz. Ele e os amigos apreciam passar os serões na rua, a falar lá das coisas deles, ópois ficam cheiinhos de frio e lá fazem umas fogueirinhas na mão para conseguirem aquecer os dedos. Ópois fumam todos pelo mesmo cigarro, que é para poupar! Ele é muito poupadinho, é uma coisa sem explicação.

A nha mai velha é que tem cabeça. Está lá na Lisboa a estudar para servir de engenheira, diz que ela ajeita-se com isso. Ela até já ganha e tudo, parece que foi pedir trabalho lá à volta da escola dela. É um biscate assim mais à noitinha depois dos estudos, para ganhar para as bicas, mas diz que aquilo rende um dinheirão. Ai mas é tudo muito difícil coitadinha, ela está farta de dizer que o que ainda lhe custa mais a engolir é o pôr e dispor dos professores. Diz que é no Técnico.

Bem mas isto não interessa nada, portanto assim que o me do mei e a nha mai velha me ensinem afinal como é que são os preceitos do cliotoris da vagina da pardala da minha senhora, cá vai disto que até a careca do Goucha se encarquilha! Mas o que é que o Goucha tinha que se meter na pardala da minha senhora? Não lhe chega a pardala dele? Arre porra que já é moléstia, anda aqui um indivíduo todo consumido sem jeito nenhum.


Saudadinhas boas,

Aureliano.

Aureliano disse...

Ó amigo está aí? Está lá?

Bom olhe, bem dito bem feito. Lá perguntei ao me do mei como é que era mas ele não quis saber nada disto. Opóis telefonei à nha mai velha, mas ela devia estar a trabalhar, porque me disse que tinha um grande assunto entre mãos e que a coisa estava preta. Portanto aventurei-me sozinho.

Disse à minha senhora para se deitar e abrir as asas à pardala, acendi a gambiarra e afoitei-me. Mas aquilo é muito difícil. Só a botar a rama para os lados foi um castigo, foi logo trabalho para mais de dez minutos e ainda fiquei com caruma nos dedos.

Comecei logo a chamar por ele: Lictoris lictoris lictoris! Lictoris lictoris lictoris! Mas ele nada, calado que nem uma rata; carreguei assim com o dedo, mas ele não apitou. Opóis, afinal sempre parecia que lá ia meter a cabecita de fora, e a minha senhora começou a bufar e a chamar pelo Zé Quim, que é um moço daqui perto que anda a estudar para endireita. Eu até nem percebi o que é que ela lhe queria, se calhar fui eu que desafinei para aqui qualquer coisa.

Vai daí que o tal clotiris já pedia meças com uma ervilha miúda e então eu cravei-lhe a unha, a ver se o sacrista era rijo.

Aí, ele estrebuchou um bocadinho.

Mas quem estrebuchou mesmo foi a minha senhora, que berrou e fechou as pernas de repente; c'um raio, mandou-me uma joelhada num ombro que até parece que fui contra a parede de uma casa.

Eu calhando não me ajeito com isto. A minha senhora diz que no Goucha isto não é nada assim, que as senhoras apreciam muito e que os sujeitos até de olhos fechados lá vão. Ora cá eu nem com a gambiarra dei vazão! Eu já não sei o que faça à minha vida. Calhando tenho mesmo de ir para isso do cu na língua, mas a minha senhora que se prepare para se lavar com água cheirosa, que assim ao menos parece que estou a lamber botões de rosa.


Aureliano,

Atentamente.

Hell P disse...

Caríssimo amigo Aureliano:

Talvez devêssemos conversar melhor sobre uma série de outros assuntos, nomeadamente as "fogueirinhas" do seu filho, o "biscate" da sua filha mais velha e o seu "vizinho" Zé Quim; neste instante, estamos particularmente preocupados com a "religiosidade" da sua filha mais nova. Logo o abordaremos sobre isso.

Quando ao que nos relatou, e que uma vez mais analisámos com todo o interesse, importa mencionar o seguinte:

Sentimos que o amigo Aureliano está a um passo de conseguir proporcionar à sua mulher a experiência que esta lhe pediu, portanto não se deixe esmorecer por uma tentativa menos conseguida.
Mas é imperativo que opte por não proceder à sua estimulação através das suas unhas. O amigo deveria antes considerar a utilização da área polposa dos seus dedos.

Tenha presente que a glande do clítoris apresenta normalmente cerca de 8000 feixes de fibras nervosas, tendo aproximadamente o dobro do número de fibras nervosas encontradas no pénis. O ápice do clítoris é bulboso, chamado de glande (glans clitoridis, em alusão à glande do pénis dos homens), onde se encontram a maior parte dos terminais nervosos responsáveis pela sensação de prazer.

O clítoris é uma estrutura complexa que inclui componentes internos e externos. Sendo visível aos olhos está o capuz clitorial (prepúcio), que cobre totalmente ou em parte a cabeça (glande clitoridiana) quando este está em repouso, coluna e bordas internas (pequenos lábios). Dentro do corpo estão os crus clítoris (crura) que são constituídos por dois corpos cavernosos que se unem formando o corpo do clítoris, a uretra esponjosa, bulbo clitoriano (anteriormente designada por vestíbulo bulbar) e períneo esponjoso, de uma rede de nervos e vasos sanguíneos, ligamentos suspensivos, músculo e diafragma pélvico. O clítoris estende-se desde a frente da junção dos pilares (crura) das bordas dos lábios externo (grandes lábios), que se reúnem na base do monte púbico ao frenulum labiorum pudendi, junção posterior dos pequenos lábios. Nos seres humanos, a região da coluna, após a glande clitorial, estende-se vários centímetros para cima e em direcção à parte traseira, em frente da divisão da crus do clítoris, que tem forma de um "V" invertido, esta crus estende-se ao redor e no interior dos grandes lábios.

Os músculos que compõem a estrutura do clítoris são responsáveis pela sua erecção em ocasiões de excitação sexual. Deste modo, a glande do clítoris emerge do prepúcio e torna-se mais acessível ao toque.



Muito cordialmente,

Consultório Mundo Nu e Cru.

Aureliano disse...

Hein?!?


Muito Aureliano,

Cordialmente.

Hell P disse...

Amigo Aureliano:

Em primeiro lugar, aceite desde já as nossas mais sentidas desculpas, se porventura fomos demasiadamente técnicos na mensagem anterior.

O que pretendíamos exprimir era somente que o clítoris é um órgão muito sensível. O amigo não lhe pode espetar a unha sem mais nem menos, tem que ser carinhoso, suave, sensível, e prestar sempre atenção às reacções da sua esposa. Apenas isso. Atrevemo-mos mesmo a observar que aqui quem tem unhas não toca guitarra, a não ser que já tenha alguns anos de instrumento.

Olhe, façamos o seguinte, deixe-nos mostrar-lhe. Bem sabemos que é o seu filho que o ajuda com o computador, mas diga-lhe para o deixar usá-lo durante uns instantes.

Olhe para a parte superior esquerda da janela. Imagine que a imagem de fundo desta são as rendas das cuecas da sua esposa. Mais à direita, tem uma tira transparente, está a ver? Agora imagine que tirou as cuecas à sua esposa; sempre para a direita, irá encontrar um pequeno ponto cor-de-rosa. Pois bem, imagine que esse ponto é o clítoris da sua esposa.

Agora pegue no rato. Coloque o ponteiro do rato em cima do ponto cor-de-rosa. Está a ver a aparecer uma mão, com um dedo esticado mesmo em cima do pontinho? Assim com este desenho já percebe melhor?

Agora clique. Clique várias vezes. Vê como a janela pisca? Assim piscará a sua esposa. Pode levar mais ou menos tempo, mas pisca.

O seu rato decerto terá uma rodinha entre os botões; ora experimente lá a posicionar o dedo da mão em cima do ponto cor-de-rosa e depois rodá-la para cima e para baixo. Devagarinho, com calma, e depois pode acelerar, mas sempre com muita gentileza e suavidade. Está a ver a janela a dar saltos de contente? Pois é mais ou menos isto que o amigo tem que fazer.

É só isto que nós queremos que o senhor experimente. Percebeu agora?


Um abraço amigo,

Consultório Mundo Nu e Cru.

Aureliano disse...

Ahhhh! Agora é eu já percebi! Isso assim com um desenho é que um gajo vai lá pela certa.

Não se preocupe que agora já não tem nada que enganar. Ainda não dá, mas já dei ordem e tudo ao me do mei para ir à mercearia comprar um rato mais comprido.


Aurelianamente,

atento.

Hell P disse...

Hein?!?

Aureliano disse...

Eh gente boa! Boa noooite.

Então, fiz como vossemecê disse. O gaiato fartou-se e foi lá para fora ter com os colegas, e então eu chamei a minha senhora e disse-lhe: "Vai, alimpa-te e assenta-te aqui no cadeirão à beirinha do computador". Socópois o rabo do rato era acanhado, e eu não tive maneira de o fazer chegar ao clintãoris da minha senhora. É que é uma coisa desconforme, só faltava um poucochinho de nada. A modos que era rata a mais e rato a menos, por assim dizer! Éhé! Éhé!

Eu ainda experimentei dar à roda, dar à roda... mas qual quê? Quanto mais eu dava a roda mais me ria de ver a pardala da minha senhora toda vermelha da lanterna do rato, e então a minha senhora afinou, disse-me "Olha lá ó filho, mas tu achas que eu sou algum pinheiro de natal?" e abalou.

Mas esteja descansado que já mandei vir um ratão.

Só não prometo é que experimente já amanhã; um compadre desafiou-me para ir fazer uma brincadeira ali a uma aldeia na Lisboa chamada Alameda. Parece que há lá uma moça que nunca se nega e aquilo puxa mais que o meu motor da rega. A coboiada sai um bocado cara mas pronto, fica para as bicas dela. O meu compadre diz que eu vou achar um piadão a conhecê-la, que vai ser como se estivesse em casa.

Eu cá não sei, mas diz que é filha de um palerma aqui da minha aldeia, pobre diabo. Deus me livre, puxa! Ainda por cima diz que foi um padre que a fez tomar-lhe o gosto, cruzes canhoto. Ná, comigo não, eu cá é que não sou parvo!

Nem o meu compadre, o Zé Quim. Conhece-as todas e todas chamam por ele, c'um raio!


Atentamente,

cordialmente.